Hoje a noite fina-se o inverno e inicia-se uma nova fase, a Primavera.
A data significa o despertar da Terra associado a renovação e sentimento.
Então, deixemos os sentimentos negativos de lado e pensemos apenas no pulsar da viva e da beleza da natureza.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Incor: CO cai 50% em bares do Rio após lei antifumo
Três meses após a lei antifumo entrar em vigor no Rio de Janeiro, a concentração de monóxido de carbono (CO) caiu cerca de 50% em bares, casas noturnas e restaurantes do Estado, segundo a pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo (Incor), realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio e a Defesa Civil fluminense. A substância é um dos principais componentes da fumaça do cigarro.
Na média, houve queda de 1.4 ppm (partes por milhão) na concentração do gás nos 146 estabelecimentos estudados, depois da implantação da lei. Em alguns estabelecimentos, como em bares, as medições caíram de 5 ppm para 1 ppm, nível muito próximo do encontrado em áreas livres da cidade (menos de 1ppm), conforme o Incor.
"Essa mudança equivale a sair de um período de horas parado em um túnel congestionado de carros, numa capital poluída como São Paulo, para o ar respirado em um parque arborizado", disse Jaqueline Scholz Issa, cardiologista e coordenadora da pesquisa. A lei estadual 5517/09, conhecida como Rio sem Fumo, foi sancionada em agosto de 2009.
Para o estudo, foram feitas duas medições de concentração de CO. O primeiro registro aconteceu logo antes da implantação da lei, em novembro de 2009, e o segundo, 12 semanas depois, em fevereiro de 2010.
Segundo o levantamento, em áreas fechadas, a concentração de CO foi de 2.60 ppm, antes da lei, e de 1.12 ppm, depois de três meses da proibição do fumo nesses locais. Nas parcialmente fechadas, a concentração foi 2.74 ppm para 1.3 ppm. Em áreas abertas, o nível foi de 2.61 ppm para 1.14 ppm. De acordo com os dados, a redução da poluição do ar foi de 56,9%, 52,6% e 56,3%, respectivamente.
Comparação com São Paulo
A redução porcentual da poluição pelo CO nos estabelecimentos do Rio foi um pouco menor que aquela obtida em São Paulo (70%), segundo a pesquisadora do Incor. "Possivelmente isso se deve ao fato de que, já na primeira medição no Rio, vários estabelecimentos, principalmente os restaurantes, já estavam adaptados à condição de ambiente livre de tabaco, em função da lei municipal de 2008", disse.
Nos países em que a lei de ambiente livre de tabaco vigora há mais tempo, houve redução de 10% a 30% no número de mortes e internações por problemas cardiovasculares. Esse é o resultado que a equipe de pesquisadores espera encontrar também no Rio de Janeiro e em São Paulo, na segunda fase dos estudos em andamento nesses Estados.
Efeitos no CO organismo
No organismo humano, conforme o Incor, o monóxido de carbono "concorre" com o oxigênio, o que significa menor oxigenação do sangue, células e tecidos e, consequentemente, maior oxidação no organismo. Aos poucos, essa condição acelera o envelhecimento das células dos vasos e artérias. Surgem inflamações e obstruções dessas vias de passagem do sangue. Esse processo de envelhecimento acelerado dos vasos é conhecido como aterosclerose e sua evolução leva à ocorrência de infarto do miocárdio e de acidente vascular cerebral, além de trombose em membros diversos.
Na média, houve queda de 1.4 ppm (partes por milhão) na concentração do gás nos 146 estabelecimentos estudados, depois da implantação da lei. Em alguns estabelecimentos, como em bares, as medições caíram de 5 ppm para 1 ppm, nível muito próximo do encontrado em áreas livres da cidade (menos de 1ppm), conforme o Incor.
"Essa mudança equivale a sair de um período de horas parado em um túnel congestionado de carros, numa capital poluída como São Paulo, para o ar respirado em um parque arborizado", disse Jaqueline Scholz Issa, cardiologista e coordenadora da pesquisa. A lei estadual 5517/09, conhecida como Rio sem Fumo, foi sancionada em agosto de 2009.
Para o estudo, foram feitas duas medições de concentração de CO. O primeiro registro aconteceu logo antes da implantação da lei, em novembro de 2009, e o segundo, 12 semanas depois, em fevereiro de 2010.
Segundo o levantamento, em áreas fechadas, a concentração de CO foi de 2.60 ppm, antes da lei, e de 1.12 ppm, depois de três meses da proibição do fumo nesses locais. Nas parcialmente fechadas, a concentração foi 2.74 ppm para 1.3 ppm. Em áreas abertas, o nível foi de 2.61 ppm para 1.14 ppm. De acordo com os dados, a redução da poluição do ar foi de 56,9%, 52,6% e 56,3%, respectivamente.
Comparação com São Paulo
A redução porcentual da poluição pelo CO nos estabelecimentos do Rio foi um pouco menor que aquela obtida em São Paulo (70%), segundo a pesquisadora do Incor. "Possivelmente isso se deve ao fato de que, já na primeira medição no Rio, vários estabelecimentos, principalmente os restaurantes, já estavam adaptados à condição de ambiente livre de tabaco, em função da lei municipal de 2008", disse.
Nos países em que a lei de ambiente livre de tabaco vigora há mais tempo, houve redução de 10% a 30% no número de mortes e internações por problemas cardiovasculares. Esse é o resultado que a equipe de pesquisadores espera encontrar também no Rio de Janeiro e em São Paulo, na segunda fase dos estudos em andamento nesses Estados.
Efeitos no CO organismo
No organismo humano, conforme o Incor, o monóxido de carbono "concorre" com o oxigênio, o que significa menor oxigenação do sangue, células e tecidos e, consequentemente, maior oxidação no organismo. Aos poucos, essa condição acelera o envelhecimento das células dos vasos e artérias. Surgem inflamações e obstruções dessas vias de passagem do sangue. Esse processo de envelhecimento acelerado dos vasos é conhecido como aterosclerose e sua evolução leva à ocorrência de infarto do miocárdio e de acidente vascular cerebral, além de trombose em membros diversos.
sábado, 14 de agosto de 2010
Notícia interessante!
Os benefícios de parar de fumar – redução no risco de câncer e muitos outros problemas de saúde – são bem conhecidos. Porém, para milhões de fumantes o efeito tranquilizador de um cigarro pode ser motivo suficiente para voltar ao hábito.
No entanto, estudos descobriram que, na realidade, fumar surte o efeito oposto, fazendo com que os níveis de stress aumentem no longo prazo. Para os dependentes, o único estresse que ele alivia é a abstinência entre cigarros.
Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos. No início, os participantes tinham níveis parecidos de estresse e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.
Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência. Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam “uma queda significativamente maior no estresse percebido”, de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.
A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina – e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de estresse.
Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de estresse e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar. Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos a longo prazo.
No entanto, estudos descobriram que, na realidade, fumar surte o efeito oposto, fazendo com que os níveis de stress aumentem no longo prazo. Para os dependentes, o único estresse que ele alivia é a abstinência entre cigarros.
Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos. No início, os participantes tinham níveis parecidos de estresse e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.
Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência. Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam “uma queda significativamente maior no estresse percebido”, de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.
A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina – e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de estresse.
Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de estresse e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar. Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos a longo prazo.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Casamento
Dou um tempo na minha sequência de posts relacionado a minha viagem para uma trágica notícia: Meu irmão casará!
Espero bem que ele não me arrume um sobrinho (não nos próximos 4 anos, pelo menos)
Espero bem que ele não me arrume um sobrinho (não nos próximos 4 anos, pelo menos)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Postdam
Postdam é uma cidadezinha anexa a Berlin, onde os novos ricos agora passam sua noites e dias de lazer e trabalham na capital. De carro não leva-se mais do que 25 minutos para lá chegar, e pode-se também ir de metro ou autocarro.
De atração principal para maravilhar os olhos, existe um sítio onde há umas 15 construções suntuosas do século xviii, que hoje albergam teatros e óperas e tudo isso é rodeado por um extenso parque com 14km de trilhas. No fim deste parque, encontramos o palácio de Sanssouci (que quer dizer sem preocupação). De frente a fachada principal, há uma enorme escadaria ladeada por parreiras de uvas e diversas flores, com algumas fontes e chafarizes. Altamente recomendado para se conhecer!
De atração principal para maravilhar os olhos, existe um sítio onde há umas 15 construções suntuosas do século xviii, que hoje albergam teatros e óperas e tudo isso é rodeado por um extenso parque com 14km de trilhas. No fim deste parque, encontramos o palácio de Sanssouci (que quer dizer sem preocupação). De frente a fachada principal, há uma enorme escadaria ladeada por parreiras de uvas e diversas flores, com algumas fontes e chafarizes. Altamente recomendado para se conhecer!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Viagem
Postarei cá alguma coisa sobre as minhas últimas férias, um pouco de cada sitio, obviamente não farei isso de enfiada. Paulatinamente farei isso.
Começarei por Berlin.
Berlin é uma cidade muito interessante. Mescla quase que perfeitamente o passado com o futuro. Há muita construção antiga em meio à modernidade. Quem por lá anda não acredita que há pouco mais de 60 anos toda a cidade ardia em chamas e estava esburacada pelas hordas de bombas aliadas. O prédio novo do Reichstag é algo que deve ser visitado. Ficar ali 30 minutos da fila é algo que não é considerado perda de tempo. A visão lá de cima é impressionante, perde talvez apenas para a visão da torre da TV na Alexanderplatz. O museus são belíssimos e toda a cidade é preparada para a recepção do turista. Não tentam te vender nada e ao contrário do que muitos imaginam, os alemães são muito simpáticos, sempre com um cantado "hallooo" na boca e um "tchuss" de despedida.
Dirigir por lá é algo indescritível. As estradas lembram um sonho de tão incríveis que são, e com um adicional: não há limite de velocidade!!
Começarei por Berlin.
Berlin é uma cidade muito interessante. Mescla quase que perfeitamente o passado com o futuro. Há muita construção antiga em meio à modernidade. Quem por lá anda não acredita que há pouco mais de 60 anos toda a cidade ardia em chamas e estava esburacada pelas hordas de bombas aliadas. O prédio novo do Reichstag é algo que deve ser visitado. Ficar ali 30 minutos da fila é algo que não é considerado perda de tempo. A visão lá de cima é impressionante, perde talvez apenas para a visão da torre da TV na Alexanderplatz. O museus são belíssimos e toda a cidade é preparada para a recepção do turista. Não tentam te vender nada e ao contrário do que muitos imaginam, os alemães são muito simpáticos, sempre com um cantado "hallooo" na boca e um "tchuss" de despedida.
Dirigir por lá é algo indescritível. As estradas lembram um sonho de tão incríveis que são, e com um adicional: não há limite de velocidade!!
terça-feira, 4 de maio de 2010
3283 km em 19 dias
190 – Berlin - Liepzig
116 – Liepzig - Dresden
147 – Dresden – Praga
80 – Praga – Kutna Hora
495 – Kutna hora – Budapeste
200 – Budapeste – Bratislava
80 – Bratislava – Viena
299 – Viena – Salzburg
144 – Salzburg – Munchen
420 – Munchen – Torri Del Benaco
49 – Torri Del Benaco – Verona
125 – Verona – Veneza
165 – Veneza – Torri Del Benaco
278 – Torri Del Benaco – Firenze
102 – Firenze – Pisa
393 – Pisa – Roma
ufff, correria pura!!! mas será uma pela trip ^^
De quebra ainda uma noitada em Amsterdan, claro que sem direito aos spacecookies!
116 – Liepzig - Dresden
147 – Dresden – Praga
80 – Praga – Kutna Hora
495 – Kutna hora – Budapeste
200 – Budapeste – Bratislava
80 – Bratislava – Viena
299 – Viena – Salzburg
144 – Salzburg – Munchen
420 – Munchen – Torri Del Benaco
49 – Torri Del Benaco – Verona
125 – Verona – Veneza
165 – Veneza – Torri Del Benaco
278 – Torri Del Benaco – Firenze
102 – Firenze – Pisa
393 – Pisa – Roma
ufff, correria pura!!! mas será uma pela trip ^^
De quebra ainda uma noitada em Amsterdan, claro que sem direito aos spacecookies!
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